segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Já me foram ao bolso

Para quem já teve a sorte de receber o subsidio de natal, está neste momento com um nó no estomago!

A teoria é muito bonita e tal - vão tirar isto e aquilo... agora que a coisa aconteceu; com um caraças!!!!!

È cá uma dor!!!!

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Cartas

Como é possivel uma carta sair do Prior Velho em Março de 2003 / correio normal e chegar ao Seixal em Novembro de 2011?

È possivel sim senhor, e aconteceu mesmo. Foi devolvida ao remetente ontem.

Eu,  a pé não tinha demorado tanto! 

Greve estupida

EU QUERO IR TRABALHAR.

Não concordo com esta greve, porque simplesmente não vai resolver nada.
NADA!
Perceberam?
Não passa de uma forma estupida de muita gente ficar mais um dia em casa, e transtornar a vida a muitos que querem e precisam de trabalhar.
Querem fazer uma greve, façam como deve ser; apresentam-se ao serviço e não trabalhem!
Não atendam doentes, não ensinem os alunos, não cobrem bilhetes nem passes, não multem.

Amanha vai ser o caos em Lisboa e no Porto! PARA QUÊ?

AMANHA, EU VOU TRABALHAR. Não sei é a que horas vou chegar.

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Filhos para troca

Tenho andado ausente daqui devido á sobrecarga de tudo e a minha falta de paciência para aturar  certas situações familiares está neste momento no limite, penso eu de que….

Penso eu de que… porque a paciência dos pais será infinita, a gente acha que não, mas é. Esta treta toda para dizer que apesar de andar no limbo dos limites, continuo a ficar chocada porque  quando leio uma noticia no jornal  sobre a devolução de uma criança de 12 anos que ia ser adoptada. Esta noticia não é novidade para mim, eu sei que se continuam a devolver miúdos pelas razões mais estúpidas, eu em certos momentos também devolvia a minha pré adolescente se tivesse para onde… E as perspectivas de as coisas melhorarem não são nada animadoras a avaliar pela amostra.
Não é fácil sermos pais. Não existe manual de instruções; existe a vontade, o amor e sobretudo o querer partilhar a vida com alguém aquém podemos chamar meu filho e aceitar o que de bom e mau tem isso.
Ninguém nasce pai e mãe; aprendemos as ser pais.

Parece que neste caso  a criança foi devolvida em menos de um mês porque os candidatos a pais tinham pedido uma criança sem doenças e verificaram que a que lhes calhou “vinha com defeito” tem esquizofrenia… obter um diagnóstico destes em dias e ainda por cima em Agosto é obra!


Amar incondicionalmente alguém é das coisas mais difíceis ; para uns é inato; para outros é através de vivências, de aprendizagens, de algum sofrimento e outros simplesmente não conseguem!

Pessoalmente, acho que somos  capazes de amar tanto certas pessoas que só temos consciência disso perante uma adversidade. E o pior disso é sentirmos que gostamos das pessoas, que nos preocupamos, e que elas não imaginam quanto .

Sinto que depois de passar dos quarentas, as minhas capacidades físicas e mentais estão a sofrer lentamente mudanças, e lá por casa não sou o único! Novos problemas de saúde tem surgido e os nervos exagerados por coisas parvas aumentaram.

Tem dias em que me apetecia levar uma anestesia e acordar só depois da tempestade passar.


quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Grávida aos 14 anos!

“ Ontem á noite  durante o jantar contei aos meus pais que uma amiga de uma amiga minha de 14 anos tinha engravidado. O meu pai fingiu que não ouviu e a minha mãe começou logo com um interrogatório tipo: Se era da minha turma? Se eu me dava com ela?  E coisas do género. Quando soube que ela também fumava e que andava a mentir aos pais então passou-se. Gramei com uma conversa de seca sobre sexo, desde que se pode engravidar na primeira vez até ao resto.
 Eu não tenho namorado, mas gostava de ter. Os rapazes acham-me feia, e apesar das minhas amigas me  dizerem que eu sou bonita por dentro, os rapazes não olham para mim. Só reparam nas miúdas que andam  na moda e têm mamas grandes. Eu, nem as unhas posso pintar, dizem-me logo que não é para a minha idade. Algumas das minhas amigas já se pintam todas e até fazem depilação. Não acho  justo eu não poder fazer!
A minha mãe passa a vida lembrar-me para por creme no corpo e no cabelo, mas isso não se vê. Ela tem de se pintar para ir para o trabalho, e eu nem posso  por o risco nos olhos para ir para a escola.
 Que raiva!

Eu gostava tanto que os rapazes olhassem para mim!”

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Reflexões, medos e alertas

Nos últimos dias tenho andado com a cabeça cheia de tudo, até de falta de inspiração. Muitas coisas me preocupam; desde a continua desorganização da pré-adolescente lá de casa, passando pelas histórias que vão acontecendo na escola, terminando na falta de paciência para aturar coisas…  e o rendimento que não consigo dar  no trabalho; tudo serve para em certos momentos me sentir a tombar e a pensar que se calhar estou a precisar de ajuda! Depois levanto a cabeça, penso positivo e consigo continuar.
 A coisa não está fácil e se continuar assim vou ter mesmo de pedir ajuda ,  porque tenho receio de não ter capacidade para aguentar o barco sem cooperação de outros.

A nova escola tem-se revelado um mundo diferente  e cheio de “surpresas” novas! Desde bicharada rastejante porque está em obras a gravidezes de miúdas de 13 anos e a colega de 14 anos  de turma que tem ido ás aulas alcoolizada e que eles escondem - tudo tem acontecido. Este ultimo caso é o que me preocupa mais, pelo contágio que pode provocar e pela habilidade e facilidade com que entra com a mistura de bebidas na escola ( dentro de uma garrafa a fingir chá) e convida os colegas para experimentarem!
 Tenho receio que a turma continue a encobrir esta situação dos professores, por parvoíce total.
 Enquanto educador  compreendo a atitude dos miúdos; por outro lado diz-me a razão que os pais da aluna em causa e a  D.T deveriam ficar ao corrente da situação – se é que  não estão já, e tentar arranjar uma “solução” .  Pelo relato que chegou lá a casa, nota-se nitidamente a falta de interesse  daqueles pais . Apesar de todos os avisos e alertas que nós damos, tenho consciência que as atitudes são sempre os miúdos que as tomam e cabe-nos a nós insistir nos alertas e amparar algumas quedas.

Não acho que evitar o contacto com este tipo de situações seja o correcto; esta é uma realidade  cada vez maior nas nossas escolas assim como as drogas. A diferença está nos miúdos que em contacto com estas realidades sabem reconhecer  os caminhos errados e lhes digam NÃO!

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Eh pá

( foto retirada da net)

Hoje estou assim como a foto, até percebo os motivos; não sei se será é a solução certa.
Se é para ficarmos apenas por estas medidas?  Ok. Já estou a começar digerir a coisa.
Se a brincadeira é para continuar? Não, obrigado.
Eu gosto de tomar o antibiótico todo de uma vez!